Franquia?! Eu não queria nem ouvir do que se tratava.

Muitos não sabem que antes de me tornar Corretora de Imóveis, eu era do varejo. Sim… eu era comerciante na Ilha do Governador. Talvez daí que desenvolvi esse tino comercial, esse jeito prafrentex e habilidoso nas comunicações (risos)…

Na altura eu pensava em ganhar muito dinheiro, juntar dinheiro para construir um patrimônio. Vieram me falar de franquia e eu dei as costas. Sabia de ouvir falar, principalmente que era um pacote em que eu teria um negócio pronto e era super fácil operar.

Pronto?! Aí estava o problema, eu não queria uma coisa pronta que eu não pudesse mexer, escolher as cores, alterar o layout, a forma de conduzir… Eu queria transformar em algo MEU, a minha cara, com a minha identidade – ser a dona do jogo!

Meu negócio não estava dando muito resultado (dinheiro), o momento não era bom para o comércio na época, então resolvi usar minhas habilidades comerciais em outra praia, então me tornei Corretora de Imóveis.

Super me identifiquei, principalmente porque eu podia ser eu. Tinha flexibilidade, trabalhava feito louca, mas eu determinava o ponto, a hora de começar e parar.

Eu gostava porque tinha autonomia. Queria fazer o que achava que tinha a ver comigo. Não diferente dos outros empreendedores né. Acho que queremos nossa marca, algo pra chamar de nosso. Nossa identidade e definir as estratégias em campo.

Bem, voltando à franquia, hoje, depois de 10 anos – desde o primeiro contato com o termo, eu tenho uma franquia! Me rendi porque resolvi escutar e pesquisar. Mas só depois de pesquisar muito, avaliar outras operações é que cheguei a essa conclusão e por isso vim aqui contar para você. Não espero que “acredite” de primeira em mim, mas que busque informações sobre o tema – não fique só no “ouvi dizer”, ou “franquia limita sua capacidade de inovação”. Claro que depende muito do segmento e você pode sim ter as suas características impressas dentro do franchising, basta escolher uma franquia que lhe permita dar sua contribuição no processo. Quer um exemplo? Uma curiosidade muito legal na franquia RE/MAX é o nosso balão. Você sabia que o símbolo da marca – que inclusive, é mais conhecido que a própria marca, foi uma ideia de um franqueado?! Pois é verdade, a marca RE/MAX foi criada em 1973 e o balão, símbolo da RE/MAX surgiu em 1978 (ainda vou contar essa história em um post futuro!) então, você e eu podemos concluir que o franqueado pode e deve contribuir com a melhoria da marca.

De acordo?!

A autonomia do franqueado RE/MAX não é identificada só por esse episódio do balão RE/MAX, pense comigo… O segmento imobiliário é um setor que está diretamente ligado ao relacionamento com proprietários, compradores e outros profissionais de uma região (bairros, cidades, estados, países). Toda transação imobiliária acontece em um local, concorda? Então pressupõe que, cada região tem a sua cultura, sua linguagem. Está acompanhando? OK…

Imagina se você compra um “pacote de normas e procedimentos” de outra região diferente da sua e simplesmente bota pra fazer sem adaptar ou moldar o tom de voz, ou algumas formas de aplicar – não estou falando de mudar os processos, mudar o modelo (afinal, se eu comprei um modelo é porque esse modelo já foi testado – é isso que investimos em um modelo de franquia), estou falando de aplicar o meu jeito dentro dos padrões. Dificilmente você, como franqueado terá sucesso em sua região se não participar, mesmo a franquia sendo uma marca forte, ou seja, como franqueados, devemos opinar sim e dar nossa contribuição para melhoria contínua do negócio, afinal, nós conhecemos nossa cultura e nossa gente!

Me fiz entender?  Se preferir podemos conversar, basta marcar uma hora na minha agenda.

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Para concluir e lhe nortear, o setor de franquias, mesmo em momentos turbulentos da economia – a COVID-19 é um grande exemplo, apresenta ano a ano crescimento bem acima do PIB. E não é segredo para ninguém que o franchising está crescendo e ganhando espaço no Brasil, no entanto, muitas pessoas ainda possuem ideias equivocadas do que são as franquias, além de confundi-las com outros modelos de negócio. Por isso escrevi esse post. E vale ressaltar que tenho sérias dúvidas se eu conseguiria ter o êxito que estou tendo desde o início da pandemia, se eu não estivesse dentro de uma rede de franquia.

Veja bem, SOZINHA eu não teria a consolidação da minha marca no mercado, não possuiria ações de marketing em rede, não contaria com o acompanhamento remoto e em campo do desempenho da minha imobiliária e dos meus corretores, não teria uma grade de treinamentos – muito menos tempo para desenvolver e aplicá-los, e o melhor, não poderia pegar o telefone e ligar para um colega do mercado e falar abertamente sobre as minhas dificuldades e este por sua vez, me entregar – sem pedir nada em troca, toda a sua estratégia local.

Sem mais conversa, senão esse post não terá fim (risos), concluo aqui com o convite a abrir sua mente e buscar informações sobre esse modelo de negócio. Dizer a você que hoje eu tenho um único arrependimento, o de não ter lido algo parecido com o que acabei de relatar, e de não ter descortinado os meus olhos para esse modelo há 10 anos. O vídeo abaixo é parte do encontro de franqueados da rede de franquia RE/MAX no ano passado. Esse momento, a gente se encontra para juntos delinearmos as estratégias da franquia, cada um em sua região (estado, cidade, bairro!)… Não poderia lhe mostrar um exemplo melhor, concorda comigo?!

Se leu até aqui, não deixe pra lá, vá pesquisar, só assim poderá encontrar o negócio da sua vida! Um grande abraço e sucesso em sua jornada. Se precisar de ajuda, conte comigo – sozinho a gente pode até chegar a algum lugar, mas juntos a gente chega a lugares inimagináveis!

Te espero.


Forte abraço,

Glauce Santos

Diretora Regional

RE/MAX Rio de Janeiro Norte.

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